Só falta um chapéu de bruxa.
E uma fogueira.

16 de junho
Ps.: Agora além do blog estou alimentando um tuíter. Quando tiverem um tempinho, passem por lá! http://twitter.com/#!/60sLaila
Até mais!

homens que usavam cabelos compridos, calças justinhas de couro e até salto alto, e tudo preto, muito preto, creio que deva ter causado um estranhamento até superior a esses bizarros tênis de cadarços fluorescentes. E o movimento hippie? Existe algo mais colorido?
moda de agora também tem o fator positivo de não "sexualizar", digamos assim, as crianças antes do tempo.
O lirismo é para mim como que um amor platônico. Acho-o lindo, belíssimo, quando o vejo passar nos trajes vistosos de um poema do Álvares de Azevedo ou do Vinícius. Acho-o atraente quando anda discreto, como quem não quer nada, em algum quarteto do Quintana. Gosto dele até quando rude e seco no sertão de Graciliano Ramos.
Sempre tive admiração e grande respeito pelos monges e demais penitentes que se dispunham a viver fora do mundo para se dedicarem exclusivamente à oração ou meditação. Para mim, só uma fé colossal e um amor tão grande quanto poderiam fazer alguém abandonar a vivência da carne. E - também opinião pessoal - essa fé e esse amor tão grande dispõem de uma só fonte: Deus.Aqui está o link do poema completo, para vosso deleite:http://www.imaginariopoetico.com.br/2009/06/televisao-jose-paulo-paes.html
E um ps.: Desculpem-me pelo abandono digno de teias de aranha em que deixei este blog nas últimas semanas. Foi por uma causa justa: mudei de cidade para entrar na faculdade (sim, oh! a faculdade!) e saí da faculdade e voltei para minha cidade, de onde sairei novamente para entrar em outra faculdade daqui a algumas semanas (nessa eu pretendo ficar). Por favor, não me abandonem.

vê seu sentimento no poema, do jeitinho que ele sente: só precisava de um ser iluminado - o poeta - para transcrevê-lo.